Trabalhadores, especialmente os de turno noturno, baixa renda e longas jornadas (como profissionais da saúde), não possuem acesso a informação clara sobre nutrição nem a opções saudáveis em seus locais de trabalho. A combinação de desinformação, falta de oferta de alimentos nutritivos e a praticidade dos ultraprocessados leva a uma alimentação desbalanceada. Isso resulta em problemas de saúde como "fome oculta" (carência de nutrientes), cansaço crônico e maior predisposição a doenças, impactando sua produtividade e qualidade de vida.
Persona / Público:
Roberta, 38 anos, enfermeira em um hospital público. Ela trabalha em longos plantões e, na correria, sua alimentação se resume a café, salgados fritos da cantina e lanches industrializados das máquinas. Ela sabe que não é ideal, mas não tem tempo, energia ou conhecimento para preparar algo melhor, e no local de trabalho não há opções viáveis. Ela se sente constantemente cansada e preocupada com sua saúde a longo prazo.
Possíveis soluções ou ideias:
Criação do site "Nutri na Correria", uma plataforma digital de orientação nutricional com três focos: 1) Educar o trabalhador individual com linguagem simples e guias práticos; 2) Fornecer orientação e materiais para empresas melhorarem a qualidade da alimentação oferecida em cantinas e refeitórios; 3) Realizar campanhas de marketing digital para pressionar e conscientizar o poder público sobre a necessidade de políticas que regulamentem e incentivem a alimentação saudável no ambiente de trabalho.